MINHA COLEGA DE ESCOLA.
Poeta Sonhador
Trabalho na sala de informática de uma escola mineira, manutenção e
apoio.
Um dia, uma professora, minha colega, me pediu se eu poderia ir na sua
casa para dar uma olhada em seu computador, que segundo ela, estava travando
muito.
Marcamos para o dia seguinte.
Eu nem imaginava que aquela visita iria
render tanto, haja visto que a professora era bem recatada, e além de tudo,
evangélica.
Cheguei lá na hora marcada, com meus equipamentos. Ela me atendeu
muito educadamente, como sempre. Estava de short folgado e uma blusa daquelas que se usa em
casa, tecido bem molinho. Dá pra ver que estava sem sutiã. Ela me conduziu ao
quarto onde ficava o notebook, conectado a internet e saiu pra preparar um suco ou algo assim.
Enquanto eu passava o antivírus. Estando sozinho no quarto, minha
curiosidade me fez abrir a lixeira e o que eu vi me surpreendeu: muitas fotos e
vídeos pornô. Já fiquei excitado e fui logo ver o histórico de navegação.
Quase
cai duro, ela ficava todo o dia em sites pornográficos.
De onde estava,
perguntei se mais alguém na casa tinha acesso ao notebook. Ela negou, disse que
o marido e o filho de 16 anos cada um tinha seu computador.
Fiquei pensando
como iria fazer pra abordar o assunto.
O tesão aflorou muito. Quem diria que aquela
santinha era uma puta virtual. Minimizei a pagina e esperei o momento. Enquanto isso
o antivírus estava limpando o computador e encontrando uma centena de vírus.
Quando ela chegou, tomamos o suco e eu disse:
- Vou te mostrar uma coisa
que encontrei aqui, aproxima que você vai ter uma surpresa como eu tive, por isso
te perguntei se tinha mais pessoas que usavam seu not.
Comecei abrindo a
lixeira e mostrando as fotos e os vídeos, olhei pra ela e ela estava
desfigurada, sem cor, sem chão. Quis disfarçar dizendo que talvez fosse o filho
ou o marido que houvesse mexido. Então fui no histórico de navegação. Aí não
teve como negar. Ela falou, você me pegou, posso pedir pra ficar só entre nós?
Eu disse, tudo bem, também sou viciado em sites pornô, com a diferença
que não deixo rastros facilmente. Abri mais algumas páginas e vi que seu humor
havia mudado. ela estava ficando excitada, os pelos dos braços arrepiados e o
biquinho do peito havia ficado durinho.
Por fim ela falou:
- Meu marido é super tradicional e sempre me deixa na mão.
- Lá em casa é assim também. Esposa super tradicional.
Alisei o seu braço e toquei no bico do
peito, ela deu um gemido, um pára que na verdade dizia continua. Dei uma mordiscada
no biquinho do seio. Ela gemeu mais alto e levantou a blusa, me oferecendo
aquelas delicias para serem degustadas e disse:
- Realiza minha fantasia,
cachorrinho.
Eu caí de boca com vontade, enquanto minhas mãos procuravam se abrigar dentro de seu short, procurando
avidamente sua bucetinha.
Ela de repente disse:
- Vamos pra minha cama.
Levantamos
e fomos para seu quarto.
Lá ela deitou e eu tirei o resto de suas vestes e a
minha. deitei por cima dela, sentindo os corpos implorando para serem devorados,
num beijo longo e cheio de caricias. Me deslizei beijando, lambendo e sugando
seu corpo, passando pelo pescoço, seios, barriga, umbigo e chegando até a
bucetinha que estava encharcada, aparentemente já havia gozado mais de uma vez.
Chupei o grelinho e ela soltou um gritinho de gozo e tesão. Enquanto lambia o
grelinho, enfiava o dedo em sua bucetinha e parecia que não ia parar mais de
gozar. O seu corpo estremecia muito, o que aumentava mais meu tesão. Voltei a
beijar gostoso sua boca, com o gosto de seu gozo intenso.
Ela pediu pra
retribuir a gentileza e caiu de boca no meu pau, me fazendo gozar gostoso, como
nos vídeos que ela via e queria tanto que acontecesse com ela.
Pediu pra ser comida de todas as formas.
Ficamos assim até dar próximo
da hora em que seu filho voltaria da escola.
Tranzamos gostoso varias outras vezes.
Parece que o notebook dela não
parava de ter problemas, pois sempre me pedia pra ir lá.
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