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Evangélica Carente

 Evangélica Carente :

Poeta Sonhador  --



Sou casada a 18 anos e mãe de uma filha de 16. Meu marido é pastor evangélico e bem careta entre 4 paredes. Sexo lá em casa é só o básico e raramente. Segundo ele,  só pra atender as necessidades básicas. 

No início eu até aceitei de boas, mas aos poucos o desejo carnal me dominava. 

Comecei a ler contos eróticos e assistir vídeos pornô. Comprei um vibrador e quase todos os dias na parte da manhã eu ficava em casa sozinha e me acabava na masturbação. 

Nunca havia feito um boquete nem dado meu cuzinho.  Eram as minhas maiores fantasias até que....

Mês passado,  quando eu já havia acabado de gozar gostoso com meu vibrador,  toca a campainha e vou atender.

Era um homem negro e,  pelos trajes,  aparentemente de rua. 

Perguntei o que ele queria e ele disse que estava com sede e fome e me pediu alguma coisa pra beber e comer.

A princípio fiquei meio assustada,  mas como sou obreira da igreja, preferi confiar. 

Pedi pra ele esperar um pouco e fui na geladeira pegar uma jarra do suco que sobrou do café da manhã. 

Entreguei a ele um copo duplo de suco.

Fiquei ali parada no portão esperando ele tomar o suco e observando aquele homem.

Olhei ele dos pés a cabeça e percebi um volume enorme no seu quadril. Será que era o pau dele? Não estava duro, mas mesmo assim parecia ser muito maior que o do meu marido. 

Pensamentos profanos povoaram minha cabeça. Fiquei ali como que hipnotiza e curiosa. 

Ele terminou de tomar o suco e estendeu o copo vazio na minha direção. 

Acordei do torpor momentâneo,  mas eu queria mais.

Por instantes esqueci quem eu era pro mundo real e mergulhei na fantasia. 

- Esqueci de perguntar,  tem pão lá dentro, você quer? Falei quase numa súplica. 

- Quero sim, obrigado. 


Entrei em casa e peguei alguns pães, minha buceta estava ardendo, com certeza nessa hora estava escorrendo de tesão. Eu ainda estava com uma sainha,  sem calcinha pois tinha acabado de  usar o vibrador e gozado gostoso.

 Quando voltei ele já estava pelo lado de dentro da casa. 

Entreguei a ele os pães,  mas por mais que eu não queria nem podia,  meu olhar não saía daquele volume enorme. 

Meus desejos e pensamentos eram de ver e tocar.

Ele terminou de comer e perguntou. 

Gostou do meu pau? Você não tirou o olho dele. E foi logo baixando as calças.

Era realmente enorme e ainda estava mole.

 Gelei na hora e me lembrei que eu era evangélica e casada.

- Moço,  vai embora.  Sou casada e meu marido chega daqui a pouco pro almoço. Foi tudo o que consegui falar ainda com a voz meio trêmula. 

- Estou vendo que você gostou dele, me faz gozar que vou embora. 


Uma mistura de medo,  tesão e desejo me invadiu naquela hora. 

Abaixei na frente dele e peguei naquele pau que estava ficando duro. Comecei a masturbação e senti as veias  encherem de sangue,  fazendo pulsar e latejar.  Acho que naquela hora eu estava possuída por alguma coisa. 

 Intensifique os movimentos de masturbação.  Aquele pau estava a menos de 30 centímetros da minha boca. Senti um cheiro de xixi e tentei ficar com nojo,  mas eu estava excitada demais e a vontade era de enfiar na boca, como eu via nos vídeos ou lia nos contos eróticos. 

 Não deu outra!!

Soquei o que pude na boca e fiquei masturbando o que sobrava e com a outra mão alisava seu saco.

Não demorou muito e ele encheu minha boca de porra quente.

Engoli boa parte daquela porra e a outra parte lambuzou meu rosto.

- Você é uma punhetinha gostosa, vou voltar outras vezes pra arrombar essa bucetinha suculenta e esse cuzinho. 

Falou ele, guardando o pau que já estava bamba,  saindo para a rua. 

Fiquei ali, no chão, boca cheia de porra e o rosto todo lambuzado. 

Realmente eu estava parecendo uma putinha mesmo, mas estava realizada uma das minhas maiores fantasias,  já desejando que ele voltasse.

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