O Presente de Aniversário
Poeta Sonhador
Lucas sempre dizia que não precisava de muito para ser feliz
no aniversário: um jantar, talvez um vinho. Mas Marina tinha outros planos.
O relógio marcava quase dez da noite quando ele chegou em
casa. A porta estava entreaberta, e um feixe de luz dourada escapava para o
corredor. O ar estava impregnado com um perfume doce e inebriante — baunilha e
alguma nota floral que ele não reconheceu. Uma música romântica, bem baixinho,
se fez ouvir, vindo do interior da casa.
— Marina? — ele chamou, fechando a porta atrás de si.
— No quarto… — a resposta veio baixa, arrastada, quase um
convite.
Lucas seguiu o som da voz, mas quando entrou na sala, parou
no meio do caminho. Marina estava lá, usando um vestido preto curto, que
parecia deslizar pelo corpo como água. Mas não estava sozinha.
Ao lado dela, estava Clara — a amiga de longos cabelos
castanhos e sorriso fácil, que sempre aparecia em alguns encontros casuais, mas
nunca ficava muito tempo. Clara vestia seda vermelha, com alças finas que
deixavam os ombros nus. O olhar dela tinha algo diferente naquela noite: mais
lento, mais intencional.
— Surpresaaaaaa... — disse Marina, dando dois passos à
frente. — Eu pensei que, este ano, o seu presente podia ser… incomum.
Lucas piscou, sem conseguir formular uma resposta. Clara
sorriu de canto, como se conhecesse um segredo.
— Você sempre foi tão bom para ela… — Clara falou,
aproximando-se. — Acho justo que alguém retribua.
Marina passou a mão pelo braço de Clara, devagar, quase como
quem saboreia o toque. Lucas percebeu que aquele gesto não era encenação.
— Eu e a Clara conversamos muito ultimamente… — Marina
continuou. — E descobrimos que temos mais coisas em comum do que imaginávamos.
As duas se olharam de um jeito que fez Lucas prender a
respiração. Clara então se aproximou dele, parando a poucos centímetros, e
tocou levemente o colarinho da sua camisa.
— Podemos? — ela perguntou, mas a pergunta não era só para
ele. Marina se aproximou pelo outro lado, pousando a mão na nuca do marido.
— Hoje — ela sussurrou — Seremos um trisal.
Os três ficaram próximos o suficiente para sentir a
respiração um do outro. Clara passou os dedos pela mão de Marina,
entrelaçando-os, e Lucas percebeu que o presente que estava recebendo era mais
do que um gesto ousado: era uma cena íntima, cúmplice, algo que só aconteceria
uma vez… ou talvez não.
O mundo fora daquele quarto desapareceu. Restou apenas o
calor, o silêncio carregado de intenção e o toque leve que se transformava,
pouco a pouco, em algo impossível de recusar.
O silêncio no quarto era quase palpável. Lucas estava entre
elas, sentindo o calor que irradiava de cada corpo. Marina, com o rosto próximo
ao dele, roçava levemente os lábios no canto da sua boca — não um beijo
inteiro, mas o suficiente para deixá-lo tenso.
Clara, por outro lado, se movia devagar, como se estudasse
cada reação dele. Seus dedos tocaram seu braço, deslizando até encontrar a mão
de Marina. As duas entrelaçaram os dedos por um instante, trocando um olhar
rápido e carregado de algo que Lucas não conseguia decifrar — mas que o deixava
hipnotizado.
— Acho que ele está entendendo… — disse Clara, a voz baixa,
quase um sussurro.
Marina sorriu, afastando-se apenas o suficiente para
caminhar até a cama. O vestido dela deslizava sobre a pele, e cada passo
parecia calculado. Clara a seguiu, passando por ele devagar, deixando que seu
ombro roçasse levemente no dele e sussurrou baixinho no ouvido dele.
— Vale tudo hoje, tá?
Quando as duas se sentaram na beira da cama, Lucas percebeu
que não era apenas um presente — era um convite para entrar num universo íntimo
que elas já haviam começado a explorar.
Clara se inclinou para Marina e disse algo que ele não
conseguiu ouvir, mas viu o riso silencioso que se seguiu. O riso logo virou um
olhar mais sério, e então as duas se aproximaram… primeiro um toque no rosto,
depois um selar suave de lábios.
Lucas prendeu a respiração. O beijo era lento, carregado,
como se as duas quisessem prolongar cada segundo. Marina, ainda de olhos
fechados, fez um gesto para que ele se aproximasse.
— Venha… — disse, sem tirar os olhos de Clara. — Hoje é seu
aniversário, mas vamos aproveitar todos.
— Acho que é hora de abrir o presente de verdade… — disse
Clara, a voz quase um sopro.
Ele deu um passo, e as duas o puxaram para perto. Não havia
mais espaço para hesitação. O calor dos corpos, o perfume misturado, o som
suave da respiração… Tudo indicava que aquela noite não teria retorno.
Marina começou a tirar a calça dele, puxando junto a cueca.
A essa altura, Lucas já estava super excitado e o pau dele saltou pra fora. As
duas se revezavam, chupando e masturbando o Lucas.
Os gemidos foram intensos e em poucos minutos, o gozo veio
abundante, lambuzando os rostos de Marina e Clara.
Era só o começo.
As duas se beijaram e se limparam, uma passando a língua no
rosto da outra.
Acabaram de tirar o que restou das roupas.
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Deitados na cama, Marina e Lucas fizeram um 69 com Clara,
deixando “o presente” bem preparado pra ele.
— Quero que você coma ela, bem gostoso na minha frente, amor
— Marina sussurrou.
Clara ficou de 4 e Lucas veio por trás, socando na bucetinha
de Clara que estava super enxarcada.
Enquanto isso, marina se posicionava debaixo de Clara,
sugando a bucetinha da amiga e passando a língua na rola de Lucas.
Clara gemia feito uma putinha vadia.
— Delícia, vocês dois. Mete gostoso. Hoje sou sua putinha.
— Vai, amor, arromba essa safada e faz ela gozar no seu pau
e na minha boca.
Clara respirou alto, deixando escapar um sonoro....
— Vou gozarrrrrrrrrr.........
Os movimentos se intensificaram e o gozo de Clara veio
abundante.
Marina tirou o pau de Lucas da buceta de Clara e caiu de
boca, sugando todo aquele manjar.
Mudaram de posição, agora Lucas fudendo Marina e Clara
sugando a buceta de Marina, com a rola de Lucas atolada lá dentro.
Foi a vez de Lucas anunciar o gozo inundando a buceta de
Marina e Clara rapidamente sugou toda a porra de Lucas, continuando a sugar o
grelinho da amiga até que essa também gozasse gostoso.
Quando a primeira vela se apagou, deixando uma sombra macia
sobre o quarto, o mundo inteiro se resumiu a três corpos próximos demais para
qualquer pausa. O resto da noite… ninguém ali jamais esqueceria.
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