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Minha Irmã, Minha Putinha

 Minha Irmã, Minha Putinha 

Poeta Sonhador


 Eu e minha irmã Laura  éramos super amigos. A gente ficava até altas horas ou batendo papos, ou vendo filmes ou jogando no vídeo game. 

Naquele tempo nossos pais trabalhavam em turnos e muitas vezes ficavam fora a noite toda. Tínhamos 15 e 17 anos.  Um dia,  assistimos ao filme "50 tons de cinzas ".  Não deu para disfarçar, fiquei super excitado. Ela percebeu e, em tom de brincadeira, mandou que eu fosse ao banheiro pra aliviar. Ri  e respondi também em tom de brincadeira, só se ela ajudasse. Ela falou; 

- Então pode ser aqui mesmo, uai. Só tem eu e você aqui em casa mesmo. Vamos,  deixa!! - implorou Laura. 

Eu estava com misto de tesão, vergonha e sem graça. Pois a gente nunca tinha falado assim um com o outro. 

- Você é minha irmã,  está esquecendo?

- E o que tem? Eu só quero te ajudar. Nunca peguei em uma rola. Morro de vontade. 

Nós estávamos com roupas de dormir. Vendo que minha excitação continuava, ela se aproximou,  baixou meu short e pegou no meu pau. Ficou alisando e admirando. Começou a me punhetar. 

- Vou fazer igual um vídeo que eu assisti. Deita aí.  Ela pediu.

Eu estava tão excitado que esqueci que ela era minha irmã. 

Deitei e ela ficou me masturbando até eu gozar bem gostoso na mão dela. Meu pau continuava duro,  ela perguntou: 

- Posso  chupar? 

Nada respondi, então ela passou a língua na cabecinha pra sugar o melzinho que escorria, depois enfiou tudo na boca. Eu delirava com aquilo. Gemia de tanto tesão. Nunca tinha ficado com nenhuma garota até aquele dia. Parece que eu estava sonhando.

- Quer chupar minha buceta também? 

Laura nem me esperou que eu respondesse e foi tirando o baby-doll, deitou sobre mim na posição 69 e ficou esfregando a buceta toda meladinha na minha boca e eu não perdi tempo. Chupava sua buceta e seu grelinho enquanto Laura gemia, falando que estava gostoso e que eu ia ser o amante dela. Ficamos assim até seu corpo estremecer num gozo frenético.  

- Quero que você me coma, já ti ví bater punheta um dia e daquele dia eu fico sonhando com esse pau me rasgando, só peço que não goze na minha bucetinha. 

Laura estava totalmente entregue ao delírio do prazer, nem parecia que só tinha 15 anos. Logo ela sentou sobre mim e ficou pincelando sua bucetinha no meu pau. Como estava bem lubrificada, entrou fácil e ela ficou quicando, pegou minhas mãos e colocou nos seios dela. Eu não aguentei muito e enchi a bucetinha dela de porra. Não deu tempo de tirar. 

Ela saiu rapidinho de cima de mim e caiu de boca no meu pau, sugando o restinho da porra. Depois ficamos deitados agarradinhos, quietinhos pensando no que havia acontecido. 

Nos dias seguintes, sempre que nossos pais nos deixavam sozinhos, corríamos pro quarto pra fuder gostoso.

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