PARAISO DE FERNANDO DE NORONHA
Poeta Sonhador
Aproveitando que meu período de férias era de baixa temporada nas praias, fui passar uns dias na ilha de Fernando de Noronha, pela terceira vez.
No primeiro dia, conheci um casal de alemães que também se instalaram na mesma pousada que eu. Ela Mary, uma loura muito linda, aparentemente 35 anos. Ele Richard, aparentemente 50 anos. Muito simpáticos, sempre sorridentes e muito comunicativos.
Eles não dominavam muito o português e eu tinha um pouco de domínio do inglês, de forma que, com alguns atropelos, conseguimos nos comunicar.
Falamos sobre os pontos turísticos da ilha e dos passeios que eram oferecidos e eu que já conhecia a ilha por ter ida lá algumas vezes, me coloquei a disposição para servir de guia turístico e interprete, caso quisessem e eu não cobraria pelo serviço, já que eu também estava como turista e queria aproveitar também dos prazeres que a ilha oferecia. Eles logo aceitaram e fomos planejar alguns passeios e trilhas.
No segundo dia, bem cedinho, alugamos um buggy e fomos fazer um passeio pelos pontos mais significativos da ilha. Nos preparando para nos próximos dias cair no mar.
No terceiro dia, alugamos equipamentos de mergulho e fomos apreciar as maravilhas do fundo do mar de Fernando de Noronha e pegar uma corzinha daquele sol escaldante da ilha. Já aparecia um clima de sedução e cumplicidade nos nossos olhares e toques sutis.
No quarto dia, bem cedinho, fomos pra uma praia deserta, eles queriam fazer secões de fotos mais íntimas e queriam privacidade e eu fui junto para vigiar se não apareciam outras pessoas.
Enquanto eles montavam o cenário para as fotos, fiquei
alguns metros afastado, olhando a paisagem e fingindo estar atento ao movimento
da praia. Mas meus olhos teimavam em voltar para Mary. Ela tirou o vestido leve
que usava e ficou apenas de biquíni. O corpo dourado pelo sol, curvas
perfeitas, a pele clara reluzindo. Richard a orientava nas poses, pedindo que
ela se deitasse na areia, que se esticasse sobre uma pedra. Eu observava,
tentando não parecer invasivo, mas sentindo o calor crescer em mim.
Em certo momento, Richard se aproximou, sorriu e me chamou
com um gesto:
— Sérgio, venha aqui. Tire você algumas fotos dela.
Peguei a câmera, meio sem jeito. Mary ajeitou os cabelos,
sorriu para mim de um jeito provocante, e de repente abriu o sutiã do biquíni,
deixando os seios à mostra, sem nenhuma vergonha. Fiquei paralisado por um
segundo, e Richard apenas riu.
— She likes when someone watches her… (Ela gosta
quando alguém a observa…) — ele disse, num inglês arrastado, olhando nos meus
olhos.
Mary então desamarrou a parte de baixo e ficou completamente
nua, deitada sobre a canga estendida. O sexo loiro aparado, a pele arrepiada.
Eu engolia seco a cada clique da câmera. Já era evidente a minha excitação.
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De repente, Richard tomou a câmera das minhas mãos e a colocou de lado. Se aproximou de mim, colocou a mão em meu ombro e disse com naturalidade:
— Enjoy with us, my friend… (Aproveite com a gente,
meu amigo…)
Mary abriu as pernas lentamente, me convidando com o olhar. Ela estendeu a mão alisando meu pau sobre a sunga. Sorriu e baixou minha sunga, deixando a mostra meu pau duro e latejante. O coração disparou, e eu não resisti. Ajoelhei-me ao lado dela, passei a mão
por suas coxas lisas, deslizando até encontrar sua intimidade quente e já
molhada. Ela gemeu baixo, mordendo o lábio, enquanto Richard observava,
excitado, sentado a poucos passos.
Minha boca desceu até seus seios, chupando cada bico rígido,
enquanto meus dedos deslizavam devagar por sua fenda úmida. Ela arqueava o
corpo, os gemidos se misturando ao som das ondas. Quando desci com a boca até
seu sexo, ela entrelaçou os dedos nos meus cabelos, pressionando minha língua
contra o seu clitóris latejante.
Richard se aproximou por trás dela, ereto, e começou a
penetrá-la lentamente enquanto eu sugava seu clitóris. A cena era de puro
delírio: ela gemendo alto, a areia grudando em sua pele suada, o corpo dela se
contorcendo entre nós dois.
Troquei olhares com Richard e, num ritmo perfeito, ele a
possuía enquanto eu chupava, mordia e explorava cada pedaço dela. Até que Mary
puxou meu rosto para cima e me beijou com fome, a língua quente e desesperada.
Eu me deitei e ela montou sobre mim, encaixando meu pau molhado em sua boceta
já escorrendo de prazer.
Os gemidos ecoavam na praia deserta. Ela cavalgava em mim
com força, os seios balançando, a boca aberta em êxtase, enquanto Richard se
posicionava atrás dela e, segurando sua cintura, enfiou-se lentamente em seu
ânus apertado. Mary gritou de prazer, os olhos virados, gemendo em duas línguas
ao mesmo tempo, o corpo entregue a nós dois.
A sensação de estarmos ali, os três juntos, sob o sol de
Noronha, completamente nus e selvagens, era indescritível.
Mary gemia alto, a cada movimento mais descontrolada. O
corpo dela estremecia entre nós dois, suado, vibrando em prazer. Eu sentia suas
unhas cravando no meu peito enquanto cavalgava, descendo com violência sobre o
meu pau encharcado. Atrás dela, Richard a segurava firme pela cintura, os olhos
fechados, a respiração pesada, penetrando seu ânus devagar e profundo.
Ela gritava em inglês, em alemão, em gemidos sem língua
definida, o corpo tomado por uma onda contínua de prazer. A sensação de estar
ali, com ela me cavalgando enquanto sentia a pressão dele preenchendo-a por
trás, era de uma intensidade que eu jamais havia experimentado.
O ritmo foi ficando mais rápido. Mary se inclinou para
frente, os seios roçando no meu peito, a boca grudada na minha em beijos
molhados e desesperados. Eu enfiava as mãos em sua bunda, ajudando no vai e vem
frenético, enquanto Richard gemia fundo, as estocadas firmes fazendo todo o
corpo dela vibrar sobre mim.
Aos poucos, ela começou a tremer, as pernas ficando bambas,
a boceta se contraindo violentamente em torno do meu pau. Um grito longo
escapou de sua garganta, ecoando pela praia deserta. Seu gozo veio intenso,
espasmos descontrolados que nos fizeram enlouquecer.
A pressão dela me levou junto. Senti o gozo subir e não
consegui segurar. Segurei forte sua cintura e jorrei dentro dela, quente,
pulsando fundo. Ao mesmo tempo, Richard soltou um urro grave e gozou em seu
interior, preenchendo-a por trás.
Mary desabou entre nós dois, o corpo suado, a respiração
ofegante, sorrindo de olhos fechados. Ficamos ali, deitados na areia, ouvindo
apenas o mar, os três exaustos e completamente satisfeitos.
Richard abriu a garrafa de vinho e serviu as taças.
Brindamos nus, ainda ofegantes, o sabor gelado do vinho misturado ao sal do mar
e ao suor da pele. Mary encostou a cabeça em meu ombro e murmurou em inglês:
— This island is paradise… and you too, Sérgio. (Esta
ilha é um paraíso… e você também, Sérgio.)
Sorri. Eu sabia que aqueles dias em Fernando de Noronha
seriam inesquecíveis.
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