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Quando o Jogo Acabou

 

Quando o Jogo Acabou

Poeta Sonhador

Eu e Clara, minha esposa, conhecemos Márcio e Karla numa festinha infantil. Éramos os únicos sem filhos ali, e acabamos dividindo a mesma mesa. Conversa vai, conversa vem, descobrimos que tínhamos muito em comum — viagens, praia, festas, churrascos. A afinidade foi natural, quase imediata. Em pouco tempo, já éramos amigos e fizemos juntos alguns programas.

Algum tempo depois, Clara precisou viajar. A mãe dela passaria por uma cirurgia, e ela ficaria alguns dias fora. Na mesma semana, Márcio me mandou mensagem:

“Vai rolar jogo da seleção brasileira aqui em casa, vem pra cá, a gente assa uma carne e toma umas.”

Aceitei sem pensar. Cheguei mais cedo, o cheiro da churrasqueira já no ar. Márcio me recebeu com um sorriso e uma cerveja gelada. Karla apareceu em seguida, de shorts curtos e regata leve, o cabelo solto. Cumprimentou-me com um abraço demorado demais para um simples “oi”.

As horas passaram rápido entre cervejas, risadas e o som da carne estalando na grelha. O jogo correu, a vitória veio, e logo o clima começou a mudar com o efeito do alccol. Karla se levantou dizendo que ia tomar um banho.

Quando voltou, veio com um baby-doll claro, leve demais para ser roupa de casa. O tecido dançava com cada passo. Márcio, fingindo naturalidade, perguntou:

“E aí, vocês curtem filme adulto?”

Sorri, meio sem graça. “Eu curto... Clara nem tanto, ela é super tradicional.”

“Então hoje é noite dos que curtem”, respondeu Karla, com aquele olhar que dispensa explicações.

Sentamos no sofá. A luz da TV era a única no ambiente. No início, ríamos, fazendo piadas, mas aos poucos o ar ficou pesado, espesso. A trilha do filme misturava-se às respirações mais curtas. Eu sentia o calor subir, o coração acelerado.

Pelo canto do olho, vi a mão de Márcio deslizar por entre as pernas de Karla. Ela fechou os olhos, encostando-se a ele, e por um instante pareceu esquecer que eu estava ali. Ou talvez não. Ela tirou o pau de Márcio pra fora e ficou hora punhetando, hora chupando.

Então, ela virou o rosto na minha direção. O olhar era um convite, calmo, certo, impossível de ignorar. Ela viu que eu estava excitado e me convidou pra participar também.

Ainda sob o efeito do álcool, entrei definitivamente no clima. Me aproximei e ela puxou meu short, juntamente com a cueca, liberando meu pau já todo meladinho.

Ela olhor pro marido como pedindo permissão e ele assentiu com um sorriso. Então Karla pegou no meu pau e começou a me masturbar e chupar o pau de Márcio. Depois inverteu, chupando meu pau e punhetando o marido e disse: Na hora de gozar quero tudo na minha boca, viu?

Não demorou muito e gozamos quase juntos e Karla sorveu cada gotinha de nossa porra quente.

Karla nos convidou pro quarto do casal, disse que tinha fantasia em fazer uma DP e pra lá fomos, Karla no meio, eu de um lado e Márcio do outro, sendo puchados pelos paus ainda meio bamba.

Chegamos no quarto, deixando o resto das roupas pelo caminho. Eu disse que queria retribuir o boquete e Karla deitou na cama, arreganhando bem as pernas e não perdi tempo, caí de boca naquela bucetinha meladinha enquanto Karla chupava o pau do maridinho.

Depois, Márcio deitou na cama e Karla deitou sobre ele, encaixando a bucetinha meladinha no pau de Márcio e me oferecendo aquele rabinho gostoso.

Não perdi tempo, encaixei meu pau no cuzinho dela e com o movimento, entrou tudo.

Karla soltou um suspiro de praser e ficamos alí bombando, hora trocávamos de posição, eu fudendo a bucetinha dela e o maridinho comendo seu cuzinho.
Não lembro exatamente quem gozou mais.

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Caímos extasiados na cama e acabamos dormindo.

Na manhã seguinte, o cheiro de carvão ainda pairava na varanda. Márcio me cumprimentou com um sorriso de canto; Karla, com um olhar que durou um segundo a mais do que o necessário.

No caminho de volta pra casa, abri o vidro do carro e deixei o vento bater no rosto.
O jogo tinha terminado há muito tempo.
Mas dentro de mim, a partida ainda não.
 

 

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