Uma noite perfeita
Poeta Sonhador
Meu nome é Paula, tenho uma colega de trabalho que se chama Viviane. Todos os dias, seu marido, o Jeferson vinha trazer e busca-la no trabalho.
Ele sempre gentil, um moreno, cor de canela, quase negro. Sempre estava com um sorriso no rosto.
As conversas entre eu e Viviane, eram sempre sobre o trabalho.
Um dia ela chegou bem sorridente. Parecia extremamente feliz e não aguentei a curiosidade.
- Desculpa, amiga, mas acho que hoje aconteceu alguma coisa especial na sua casa, nunca te ví tão feliz assim.
- Na minha casa todo dia é especial. Meu negão é muito bom no que faz. Além disso, hoje é meu aniversário de casamento. - Ela respondeu.
- Legal, parabens, vão comemorar? Perguntei
- Vamoa a um motel depois do espediente.
A partir dessa conversa, passamos a ter um papo mais próximo e até mais picante.
Ela me revelou que ele tinha um pau gigante e que gozava rios de porra sobre ela.
Eu revelei a ela que meu marido não me satisfazia na cama e eu tinha muitas fantasias eróticas, só não tinha coragem nem oportunidade de realizar algumas delas.
Com essa revelação, passei a observar o Jeferson com outros olhos e sempre imaginava sendo totalmente preenchida por aquele pau gigante e tomando um banho de porra, já que meu marido não dava conta de apagar meu fogo.
Ficamos confidentes e depois de algum tempo ela também revelou que eles tinham uma fantasia de fazer sexo a três.
- Meu sonho - respondi sorrindo - equeria um negrão bem roludo.
- Podemos combinar um dia desses, aí a gente realiza a sua e a nossa fantasia. - Ela então começa a me mostrar algumas fotos do pau de Jeferson.
- Ai amiga. É enorme, não sei como você aguenta - Falei admirada, vendo aquela ferramenta enorme. - Me deixou molhadinha aqui.
- Podemos marcar pra esse final de semana, você fala pro seu marido que temos que concluir uma prestação de contas aqui no trabalho e que você ficaria até mais tarde e, possivelmente irá dormir lá em casa. Vai ser bom demais! Completou Viviane.
Nesses dias que se seguiram, nosso papo foi só sobre o encontro e todos os dias eu chegava em casa toda molhada, o tesão já estava visível.
E assim chegou a sexta-feira, ela saiu mais cedo pra preparar o ambiente e eu já trouxe de casa uma roupa apropriada pra passar a noite na casa da amiga.
Terminado o expediente, Viviane e Jerferson já me esperavam na saída do trabalho e eles me levaram até a casa onde eles moravam, no caminho, eu já estava super excitada. Mas ninguém ousou dizer nada, só ouvía-mos uma música bem romantica no som do carro.
Chegamos á casa do casal, uma casa super confortável e elegante.
Jeferson nos serviu um drink pra quebrar o gelo, afinal, aquilo era novo para nós três.
Jeferson colocou uma música romântica pra tocar e chamou Viviane pra dançar, durante a dança, se pegaram aos beijos e carícias, deixando o clima mais picante. Na próxima música Jeferson me chamou pra dançar. No meio da música, senti aquela pica dura esfregando na minha perna, eu suspirava e já transpirava de tesão e nervosismo.
Viviane aproximou de nós por trás de Jeferson, abraçou e falou no ouvido dele.
- Hoje vamos acabar com você, meu amor, né Paulinha?
- Certamente que sim. Eu já estou nas nuvens aqui.
Viviane, ainda abraçada ao marido, tirou o cinto dele e baixou as calças e cueca, deixando á mostra aquele pau enorme e grosso. Me mostrando falou?
- Gostou da minha ferramenta de prazer?
Eu fiquei paralisada, só olhando, depois de algum tempo falei.
- Acho que o de meu marido é a metade desse.
- Pode pegar, hoje é todo nosso. falou Viviane, pegando minha mão e levando em direção ao pau de Jeferson.
Minha mão estava trêmula. Assim que peguei. Com a ajuda de Viviane, ficamos puhetando. Senti as veias pulsando na minha mão. Meu coração acelerarou e eu acelerei os movimentos de vai e vem.
Viviane abaixou, olhou pra mim e falou.
- Vamos fazer um boquete inesquecivel nessa pica gostosa, vem cá.
Nessa hora eu já estava totalmente entregue a sensação de prazer e a vontade louca de engolir aquela tora toda. Me abaixei também e começamos a chupar com vontade. Ás vezes nossas bocas ficavam tão próximas que nossas linguas até se tocavam, mas isso era irrelevante nesse momento.
Eu e Viviane nos revezávamos, hora ela colocava todo o saco de Jeferson na boca enquanto eu engolia aquela tora toda, depois trocávamos de posição. Como eu estava de saia, nessa hora comecei a me masturbar também enquanto sugava um pouco do líquido que saía da cabeça daquele pau lindo e maravilhoso.
Foram alguns minutos e Jeferson disse que ia gozar. Eu e Viviane nos preparamos pra receber aquele leitinho tão esperado. Viviane punhetava Jeferson quando saiu o primeiro jato. Quente, espesso, delicioso. Todo na minha cara, boca e escorrendo pelo meu corpo. Engoli o máximo que pude. Assim que saiu o ultimo jato de porra quente, Viviane se aproximou de mim, lambendo meu rosto pra limpar a porra. Por fim nos beijamos trocando o gozo do Jeferson.
Deitamos os 3 no carpete da sala, lembramos que ainda estávamos vestidos e tiramos tudo, ficando todos pelados, um acariciando o outro.
O Pau de Jeferson subiu de novo, com uma chupada de Viviane e ela me pediu pra ficar de 4 pra eu sentir o que ela sentia todos os dias.
Como sou obediente, me posicionei de 4 e Jeferson foi por trás, esfregando o pau na minha bucetinha que a essa hora estava pingando de vontade de engolir aquele mastro todinho.
Viviane chegou bem pertinho, deu uma chupada na minbha bucetinha e uma lambida no pau do marido e disse.
- Hoje meu garanhão vai arrombar essa bucetinha e esse cuzinho.
- Começa de leve que nesses buraquinhos nunca entraram um pau desse tamanho. Reclamei.
- Relaxa e goza gostoso, meu bem. - Falou sorridente a Viviane
Primeiro entrou a cabeça. Doeu um pouco, mas o tesão foi maior. Dei uma rebolada pra entrar o resto.
Viviane pegou um vibrador e enterrou no meu cuzinho.
Foi uma sensação indescritível. Jeferson começou a bombar enquanto Viviane hora chupava meus seios, hora me beijava. eu gemia e gritava de tesão. Gozei pelo menos 3 vezes.
Jeferson anunciou o gozo e Viviane disse que queria na nossa cara e boca.
Nós duas ficamos de joelhos. As duas mamando o pau delicioso. E o gozo veio farto novamente, lambuzando nossos rostos, enchendo nossas bocas e escorrendo pelos nossos seios. Ficamos alí, chupando e masturbando o pau de Jeferson até a ultima gota. Depois eu e Viviane ficamos nos beijando, cada uma limpando o gozo no rosto e no corpo da outra.
Daí fomos pro banho nos limpar. Era uma banheira de hidromassagem. Voltamos a chupar e punhetar o Jeferson até que o pau dele deu sinais de vida novamente. Viviane disse.
- Agora é a minha vez, quero dar meu cuzinho pra ele enquanto você chupa meu grelinho.
Eles ficaram na borda da banheira, Viviane de 4 e eu me posicionei debaixo dela, fazendo um 69 com Viviane e enquanto Jeferson socava com força o cuzinho dela, eu aproveitava, sugava o grelinho da minha amiga, e de cara , passava a lingua no enorme pau de Jeferson.
Viviane gemia de prazer nas estocadas do maridão, acho que nesse tempo ela deve ter gozado 2 vezes na minha boca e eu também na boca dela, até que Jeferson gozou pela terceira vez, da mesma forma que as duas primeiras.
Já estávamos exaustos, tomamos banho, um lavando o outro e fomos procurar alguma coisa pra comer.
Nem nos importamos em vestir nossas roupas, ficamos todos totalmente pelados andando pela casa. Num determinado momento, Jeferson me deu uma encoxada por tras, me abraçando, acariciando meus peitos e falou ao meu ouvido:
- Prepara, meu bem, hoje vou arrombar esse cuzinho gostoso.
Dei um sorriso safado pra ele e respondi.
- Estou morrendo de medo desse cacetão, mas estou morrendo de vontade de engolir ele todinho.
Fomos jantar alguma coisa, regado a um vinho pra nos deixar mais soltinhos.
Terminado o jantar, Viviane falou.
- Vamos continuar nossa festinha que a noite é uma criança e meu amor tem uma missão importante pela frente, né? - arrombar umas preguinhas nesse cuzinho pidão.
Ela me deu um beijinho e uma apalpada no meu cuzinho, me conduzindo pra sala.
Já na sala, eu e Viviane começamos nossa seção de beijos e abraços.
Assim que Jeferson chegou fomos fazer uma chupeta dupla naquele pauzão que logo estava no ponto.
Viviane me mandou ficar de 4 no carpete, pegou um creme, passou no meu cuzinho, deu umas dedadas e ainda usou o vibrador na potência máxima pra eu ir me acostumando. Passou gel também no pau de Jeferson que deu uma pincelada no meu buraquinho enquanto eu rebolava pra receber aquela tora.
Na hora que o pauzão entrou na portinha, dei um gemido de dor e tesão. Jeferson parou pra que eu pudesse acostumar, depois enterrou tudo de uma vez. Dei um grito de dor e pedí pra ele meter com força.
- Vai, gatão, judia dessa putinha que está doida pra levar essa rola.
- Rebola gostoso, putinha safada, meu maridinho vai arrombar esse cuzinho guloso.
Jeferson bombou com vontade enquanto Viviane me beijava e se masturbava. Foram alguns minutos que serão inesquecíveis até que Jeferson anunciou que ia gozar. dessa vez não deu tempo tirar e ele gozou lá dentro, inundando meu cuzinho de porra.
Quando ele tirou o pau do meu cuzinho, ficou escorrendo porra e Viviane passava a lingua pra limpar e me beijava pra eu também poder sentir aquele leitinho delicioso.
Meu cuzinho estava realmente todo arrombado e ardido.
Me deitei pra descansar e peguei no sono ali mesmo, no carpete. Tive até um sonho erótico que pretendo contar no proximo conto.
Acordei pela manhã com meu celular tocando. Era meu marido querendo notícias minhas. Dei uma desculpa e disse que já tinha terminado o trabalho e que estava voltando pra casa.
Pedi um Uber, nem despedi dos meus amigos porque eles também estavam apagados.
No carro de volta, deixei a janela aberta pra entrar um ar fresco e pensar na noite maravilhosa. Eu estava toda dolorida, arrombada e melada porque não tomei banho depois da ultima rolada no cuzinho.
Aí me bateu uma dúvida: Conto ou não conto a verdade pro meu marido?
Comenta aí....
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